Tema os Mamíferos
Público alvo: 5°ano do ensino fundamental
Objetvos:
-Reconhecer as principais características dos mamíferos;
-Conhecer os principai animais mamíferos;
-Saber algumas curiosidades sobre os animais mamíferos.
Desenvolvimento:
Iniciarei a aula com o video: Os mamíferos
Após o video farei exposição oral sobre o assunto.
Em seguida a turma fara um relatório do vídeo, registrando as principais informações nele contidas.
A turma, dividida em grupos, produzira cartazes com fotos e as principais características dos mamíferos para exposição em sala de aula.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Visita ao laboratório de Informática do C.M.I.E. Monteiro Lobato
C.M.I.E Monteiro Lobato
Projeto: Conhecendo o computador
Objetivos:
-Oportunizar momentos para que a criança conheça os periféricos do computador, suas funções, conseguindo identificá-los e nomeá-los;
-Desenvolver coordenação motora fina através da utilização correta do mouse;
-Criar regras para utilização do computador e do laboratório de informática, bem como a postura correta durante o manuseio do aparelho;
-Conhecer alguns programas, utilizando-os de várias maneiras durante a realização das atividades (editor de texto, imagem, ClipArt, jogos, entre outros);
-Proporcionar às crianças o acesso a Internet sempre que possível.
A escola é de educação infantil e trabalha do Maternal III ao 1°ano de escolaridade e possui um projeto no laboratório de informática.
A implementadora de informática desenvolve atividades de:
Coordenação motora,;
História seriada e Filmes sobre o computador;
Manusear e conhecer : o mouse, teclado, placa mãe, disquete, pen drive e cd;
Ilustração de como foi o dia no laboratório de informática;
Criação de regras para manuseio e utilização do computador;
Confecção de trabalhos diferenciados por turma.
Projeto: Conhecendo o computador
Objetivos:
-Oportunizar momentos para que a criança conheça os periféricos do computador, suas funções, conseguindo identificá-los e nomeá-los;
-Desenvolver coordenação motora fina através da utilização correta do mouse;
-Criar regras para utilização do computador e do laboratório de informática, bem como a postura correta durante o manuseio do aparelho;
-Conhecer alguns programas, utilizando-os de várias maneiras durante a realização das atividades (editor de texto, imagem, ClipArt, jogos, entre outros);
-Proporcionar às crianças o acesso a Internet sempre que possível.
A escola é de educação infantil e trabalha do Maternal III ao 1°ano de escolaridade e possui um projeto no laboratório de informática.
A implementadora de informática desenvolve atividades de:
Coordenação motora,;
História seriada e Filmes sobre o computador;
Manusear e conhecer : o mouse, teclado, placa mãe, disquete, pen drive e cd;
Ilustração de como foi o dia no laboratório de informática;
Criação de regras para manuseio e utilização do computador;
Confecção de trabalhos diferenciados por turma.
A Educação e Televisão

Que importância tem a TV em nosso cotidiano? Por que ela se torna objeto de preocupação de políticos, de empresários, de pensadores, artistas e especialmente, de pais e educadores?
Que poder teriam as imagens que diariamente nos chegam, as quais buscamos com tanto interesse e às vezes até paixão?
O fato é que a TV se transformou num eletrodoméstico do qual já não abrimos mão: ela é um objeto técnico, eletrônico, que habita a intimidade das residências, das salas de estar e jantar, das cozinhas e dos quartos, bem como refeitórios de escolas, bares e restaurantes.
Que poder teriam as imagens que diariamente nos chegam, as quais buscamos com tanto interesse e às vezes até paixão?
O fato é que a TV se transformou num eletrodoméstico do qual já não abrimos mão: ela é um objeto técnico, eletrônico, que habita a intimidade das residências, das salas de estar e jantar, das cozinhas e dos quartos, bem como refeitórios de escolas, bares e restaurantes.
Assim, para a educação, torna-se fundamental discutir e pensar sobre o quanto nós, professores, talvez saibamos muito pouco a respeito das profundas transformações que têm ocorrido nos modos de aprender das gerações mais jovens. Afinal, o que é para eles estar informado ou buscar informação? De que modo seu gosto estético está sendo formado? O que seus olhos buscam ver na TV, o que olham e o que dizem do que olham? Que sonoridades lhes são familiares, aprendidas nos espaços da mídia? O que lhes dá prazer nessas imagens midiáticas? Com que figuras ou situações alunos e alunas se identificam mais acentuadamente? Que modos de representar visualmente os objetos, os sentimentos, as relações entre as pessoas são cotidianamente aprendidos a partir da linguagem da televisão? De que modo vamos aprendendo a desejar este ou aquele objeto, através das imagens e sons da TV? Que novos modos de narrar, de contar histórias, aprendemos através da experiência diária com a TV?
O desafio de ensinar nossos alunos a ver televisão com um olhar crítico exige, antes de tudo, um conhecimento mais aprofundado desse poderoso meio de comunicação.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Tecnologia na Educação

Várias expressões são normalmente empregadas para se referir ao uso da tecnologia, no sentido visto, na educação. A expressão mais neutra, “Tecnologia na Educação”, parece preferível, visto que nos permite fazer referência à categoria geral que inclui o uso de toda e qualquer forma de tecnologia relevante à educação (“hard” ou “soft”, incluindo a fala humana, a escrita, a imprensa, currículos e programas, giz e quadro-negro, e, mais recentemente, a fotografia, o cinema, o rádio, a televisão, o vídeo e, naturalmente, computadores e a Internet).
Não há porque negar, entretanto, que, hoje em dia, quando a expressão “Tecnologia na Educação” é empregada, dificilmente se pensa em giz e quadro-negro ou mesmo de livros e revistas, muito menos em entidades abstratas como currículos e programas. Normalmente, quando se usa a expressão, a atenção se concentra no computador, que se tornou o ponto de convergência de todas as tecnologias mais recentes (e de algumas antigas). E especialmente depois do enorme sucesso comercial da Internet, computadores raramente são vistos como máquinas isoladas, sendo sempre imaginados em rede – a rede, na realidade, se tornando o computador.
Faz sentido lembrar aos educadores o fato de que a fala humana, a escrita, e, conseqüentemente, aulas, livros e revistas, para não mencionar currículos e programas, são tecnologia, e que, portanto, educadores vêm usando tecnologia na educação há muito tempo. É apenas a sua familiaridade com essas tecnologias que as torna transparentes (i.e., invisíveis) a eles.
“Tecnologia na Educação” é uma expressão preferível a “Tecnologia Educacional”, pois esta parece sugerir que há algo intrinsecamente educacional nas tecnologias envolvidas, o que não parece ser o caso. A expressão “Tecnologia na Educação” deixa aberta a possibilidade de que tecnologias que tenham sido inventadas para finalidades totalmente alheias à educação, como é o caso do computador, possam, eventualmente, ficar tão ligadas a ela que se torna difícil imaginar como a educação era possível sem elas. A fala humana (conceitual), a escrita, e, mais recentemente, o livro impresso, também foram inventados, provavelmente, com propósitos menos nobres do que a educação em vista. Hoje, porém, a educação é quase inconcebível sem essas tecnologias. Segundo tudo indica, em poucos anos o computador em rede estará, com toda certeza, na mesma categoria.
Não há porque negar, entretanto, que, hoje em dia, quando a expressão “Tecnologia na Educação” é empregada, dificilmente se pensa em giz e quadro-negro ou mesmo de livros e revistas, muito menos em entidades abstratas como currículos e programas. Normalmente, quando se usa a expressão, a atenção se concentra no computador, que se tornou o ponto de convergência de todas as tecnologias mais recentes (e de algumas antigas). E especialmente depois do enorme sucesso comercial da Internet, computadores raramente são vistos como máquinas isoladas, sendo sempre imaginados em rede – a rede, na realidade, se tornando o computador.
Faz sentido lembrar aos educadores o fato de que a fala humana, a escrita, e, conseqüentemente, aulas, livros e revistas, para não mencionar currículos e programas, são tecnologia, e que, portanto, educadores vêm usando tecnologia na educação há muito tempo. É apenas a sua familiaridade com essas tecnologias que as torna transparentes (i.e., invisíveis) a eles.
“Tecnologia na Educação” é uma expressão preferível a “Tecnologia Educacional”, pois esta parece sugerir que há algo intrinsecamente educacional nas tecnologias envolvidas, o que não parece ser o caso. A expressão “Tecnologia na Educação” deixa aberta a possibilidade de que tecnologias que tenham sido inventadas para finalidades totalmente alheias à educação, como é o caso do computador, possam, eventualmente, ficar tão ligadas a ela que se torna difícil imaginar como a educação era possível sem elas. A fala humana (conceitual), a escrita, e, mais recentemente, o livro impresso, também foram inventados, provavelmente, com propósitos menos nobres do que a educação em vista. Hoje, porém, a educação é quase inconcebível sem essas tecnologias. Segundo tudo indica, em poucos anos o computador em rede estará, com toda certeza, na mesma categoria.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Sejam Bem Vindos ao meu blog

O professor e a semente da educaçăo
Quando lançamos uma semente na terra juntamos a ela a esperança e a certeza de que vai nascer uma planta. Da planta, o fruto, e do fruto, novas sementes.
Toda semente carrega em seu bojo uma planta dormindo.
É fantástica a lição da semente.
A educação também é assim. A gente planta, planta sempre, mas não pode exigir que a planta venha amanhã.
Leva tempo para que uma planta se desperte do sono no berço da semente. Nem sempre é possível colher o que se plantou.
As coisas caminham devagar. As coisas nem sempre acontecem a curto prazo.
Mas é preciso acreditar e plantar com a certeza de que mesmo a longo prazo, a semente germinará.
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